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domingo, 11 de abril de 2010

Como um anjo...

Foi um anjo que veio me mostrar que recomeçar é sempre possível. A minha batalha é infinitamente menor. É pequena. Mas é a minha batalha. E eu vou conseguir. Ele também vai vencer. Espero que eu possa ajudar. Espero ser útil de alguma forma e fazer a diferença na vida dele. Não acredito em injustiça, em azar, em acidentes. Acredito sim na Justiça, no Otimismo, na , na Esperança, no Destino, no Amor. E sei que só um espírito muito evoluído pode nos ensinar o que tenho aprendido com o Lê. Uma de minhas maiores lições de amor. É um privilégio estar ao lado dele. Obrigada!

Como um anjo, você apareceu na minha vida...

Dois ou noventa?

Antes de recomeçar... vou dizer por onde andei. 
Estive de férias. Mas isso já faz muito tempo também. É que tudo foi tão importante, tão intenso que não deu pra expressar. Nem vou conseguir colocar aqui as emoções e os sentimentos que vivi. Mas vim dizer que foi bom. Que estou pronta pra recomeçar. E eu que tinha tanto medo deste momento... ai ai...
Estive em mais uma Missão Galinhas. Perfeita!!! Inesquecível!!! Sentimental e bela!!! Especial!!!
Também conheci e reencontrei pessoas queridas em outro canto do Brasil. (Primos queridos, um grande beijo!!! Saudades, sempre!!!)
Aprendi com o Pedro Paulo de dois aninhos que é preciso ter pressa. Pegar o avião, brincar com todos os brinquedos ao mesmo tempo, falar tudo o que sabemos em poucos minutos, chorar, sorrir, falar coisas proibidas...
E aprendi com a tia Nunciata de noventa anos que é preciso ter paciência. Falar devagar, comer devagar, mas também chorar, sorrir, falar coisas proibidas...
E assim... estamos todos prontos pra outra... para as próximas aventuras, próximos sentimentos, próximas emoções, próximas missões! 





sábado, 19 de dezembro de 2009

Meu primeiro Ipod

Clima de Natal! Vamos às compras?
Pra falar a verdade eu não curto fazer compras nesse sufoco. Será que alguém acha gostoso?
Mas essa busca por presentes de Natal me fez lembrar de alguns presentes que ganhei e de como os tempos mudaram. Estamos mesmo em outra época. Certamente os eletrônicos devem ser os campeões de venda. E eu que gostava de boneca, bicicleta, patins?!
O máximo de eletrônico que uma criança tinha era um vídeo-game. Eu tive um Odissey, mas famoso mesmo era o Atari. Depois vieram os portáteis. O game-boy e o walkman que tocava fita K-7. E como eu ouvi a fita do Lulu Santos no meu aparelhinho. "Talvez eu seja o último romântico...".
Mas o auge de tudo pra mim foi ganhar a minha própria vitrola portátil. Eu não precisava mais pedir para os meus pais colocarem um LP para que eu pudesse ouvir. Podia manipular a agulha, tirar a poeirinha da agulha e mudar o disco sozinha. A minha era laranja e tocou muita música do Ritchie, Olivia Newton John e os campões de audiêcia: Rita Lee e Blitz. Lança perfume... que flagra... você não soube me amar... e o caminhoneiro Arlindo Orlando, seu noivo, onde quer que você se encontre, volte!
Pensando bem, esse foi meu primeiro Ipod. Os tempos mudam, né? Mas ainda bem que, apesar da minha vitrola portátil não ter mais utilidade no mundo de hoje, as recordações e as boas lembranças permanecem vivas!